
Segundo Sandra, os servidores que constam em um dos processos judiciais não foram incluídos na lista encaminhada para o pessoal responsável pelo pagamento e, por isso, não tiveram a recomposição junto ao contra-cheque de fevereiro.
A recomposição foi determinada pela Justiça do Trabalho, que considerou legal a greve promovida pelo Sintramfor em setembro de 2015, em Formiga.
A procuradora destacou que apenas os servidores que entraram com a ação judicial irão receber a recomposição.