Sintramfor vai à Câmara defender aprovação do reajuste salarial

Reunião no Sintramfor, em Córrego Fundo, na tarde desta sexta-feira

Reunião no Sintramfor, em Córrego Fundo, na tarde desta sexta-feira

O presidente do Sintramfor, Natanael Alves Gonzaga, vai usar a Tribuna da Câmara Municipal de Córrego Fundo para defender, frente aos vereadores, a aprovação do projeto de lei que prevê o reajuste salarial geral dos servidores do Município, além do reajuste dos profissionais do magistério e dos agentes comunitários. O requerimento para uso da Tribuna foi entregue ao Legislativo na tarde desta sexta-feira, dia 24.

A defesa do projeto será feita na próxima reunião ordinária dos vereadores, na segunda-feira, dia 27, à partir das 17h. O tempo de uso da Tribuna será dividido entre o presidente do Sindicato e a servidora Floreni Costa e Silva.

Natanael convoca a todos os servidores a irem à Câmara na próxima segunda-feira, à partir das 17h, defenderem o reajuste salarial junto ao Sindicato.

Reunião com prefeita

Mediante o impasse que está travando a tramitação do projeto na Câmara, o Sintramfor solicitou uma reunião com a prefeita Érica Leão. O encontro ocorreu na tarde desta sexta-feira, na Prefeitura, e contou com a presença de servidores representantes de categorias.

Na ocasião, Natanael e o advogado do Sindicato, Vicente de Paulo, defenderam o reajuste junto à prefeita Érica Leão, que também voltou a defender a aprovação do projeto.

Após a reunião, em conversa com a Assessoria de Comunicação do Sintramfor, Érica destacou que o projeto de reajuste é legal. “Atende, inclusive, o que é exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, e é direito dos servidores. Estamos amparados pela lei”, disse.

A prefeita quer que o reajuste seja aprovado o mais breve possível, especialmente porque o projeto já foi apresentado com atraso em relação à data-base de reajuste salarial do Município, que é janeiro. “Já apresentamos atrasado por causa que o Estado não estava repassando as verbas do Município, enviamos o projeto [à Câmara] no início de abril e já se passaram dois meses”, ressaltou.

Érica salientou também que recebeu um novo pedido de informações dos vereadores e que irá respondê-lo na segunda-feira, antes da reunião da Câmara. Ainda para esclarecer todas as dúvidas que os vereadores possam ter, a prefeitura requereu o uso da Tribuna para o procurador municipal Jaime Ribeiro, ele também estará na reunião do Legislativo na segunda-feira.

Segundo Érica, os gastos do Município com pessoal já foram ajustados de acordo com o que a lei exige. “Não tem motivo nenhum para eles [vereadores] não aprovarem [o reajuste salarial], inclusive vamos apresentar isso documentalmente”.

A prefeita ressaltou que a não aprovação do reajuste salarial geraria uma série de gastos para o município, isso devido a ações judiciais, já que os servidores poderão recorrer à Justiça para garantir o direito ao reajuste.

Perda 

O reajuste pode parecer pouco, mas faz muita diferença ao longo da vida do servidor. Por exemplo, um servidor que ganha R$1.500, ao deixar de ter o reajuste de 3,43%, ele terá uma perda mensal de aproximadamente R$51,45. Em doze meses, a perda somaria R$617,40. O prejuízo teria reflexo ainda ao longo de toda a carreira profissional enquanto o servidor estiver na ativa. E ainda pode refletir baixando o valor da aposentadoria.

Então, o Sintramfor espera todos os servidores na Câmara Municipal, na próxima segunda-feira. Vamos defender o direito ao reajuste salarial.

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